Quando e como julgar? Até onde pode ir a interpretação de um psicólogo?
Precisamos aprender a ver o todo antes de julgar...
E mesmo assim, é na interação dialógica que decidiremos um possível mutante certo e errado.
http://www.youtube.com/watch?v=H_hGQuTjI3U
terça-feira, 25 de agosto de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Suzuki Shinichi_ Sábias Palavras

Comentei com meu marido que gostava de ir conversando no ônibus... de conhecer pessoas... Eis que, na minha leitura matutina, chego ao seguinte parágrafo do violinista Suzuki:
"Outra coisa que meu pai ensinou foi uma atitude de sociabilidade e vontade de aprender com os outros. Naqueles dias, a maior parte das viagens eram feitas por trem, e meu pai me ensinou que devemos nos deleitar com os contatos que fazemos em viagens, porque as pessoas que encontramos e as que sentam à nossa frente nos trens ou aviões foram colocadas ali pelo destino. Portanto, cumprimente-as. Pode levar a uma conversação. Aprenda a ser um bom ouvinte. A outra pessoa vive uma vida diferente da sua e sabe coisas que você pode não saber, você sempre pode aprender algo. Em vez de falar, estimule a outra pessoa a que faça e, acima de tudo, ouça. (...)" (p.84).
Suziki, Shinichi (2008). Educação é amor. O método clássico da educação do talento. Santa Maria: Pallotti.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Ubuntu

A sabedoria africana nas palavras...
Ubuntu = "Eu sou o que sou devido ao que todos nós somos".
Essa é uma das leis máximas, perdida no caminhar da humanidade.
O que faço ou deixo de fazer não está vinculado somente a minha individualidade, mas reverbera nos oceanos dos humanos.
Ogun ko ni fe o si ewu lona wa = "Com a proteção de Ogun não haverá nenhum perigo em nosso caminho".
Que assim seja.
domingo, 9 de agosto de 2009
LEMBRANÇA PARA OS PAIS | HOMENAGEM | Geral - Diário de Santa Maria
Click no link que segue para ver o resultado da Entrevista que dei ao Diário de Santa Maria LEMBRANÇA PARA OS PAIS | HOMENAGEM | Geral - Diário de Santa Maria
Segue Minhas idéias por completo sobre o assunto:
A Fotografia
A fotografia é um recurso de informação e de comunicação. Ela informa fatos, acontecimentos da vida, mas, ao mesmo tempo, ela é um instrumento de comunicação, já que através delas partilhamos histórias de vida.
Se no passado tirávamos fotos apenas em momentos marcantes, como em casamentos, aniversários etc., hoje, cada vez mais, o ato de fotografar é uma prática cotidiana. As crianças não somente apreciam estar em fotos como elas adoram tirar fotos. Ao fotografarem, a criança para a ser também uma autora ativa das narrativas de vida. E isso não acontecia no passado.
Uma foto permite lembranças florescerem; olhar fotos é como fazer uma viagem no tempo e ter a certeza de que se pertence a uma família: “Como é bom ter um pai!... Ah, eu era assim... nós fazíamos isso juntos...”. Uma fotografia revela as presenças mas também as ausências, mexendo com os sentimentos.
Nesse jogo-brinquedo de tirar fotos, o vínculo entre pais e filhos pode se fortalecer. Pais e filhos brincam juntos de criar, de representar momentos.
Do mesmo modo, olhar álbuns de fotos junto com a família pode ter um efeito lúdico-terapêutico. Lúdico por que nos remete a uma atividade prazerosa infantil e terapêutica por que propicia o diálogo. Os pais, ao estimularem seus filhos a pensarem e perguntarem sobre as fotos de família, estão também estimulando a imaginação das crianças. Sendo a imaginação uma necessidade básica humana, podemos dizer que o diálogo de pais e filhos sobre família atua diretamente sobre o fortalecimento da saúde de seus rebentos.
Por isso, aqui deixo uma sugestão: Tirem muitas fotos com seus filhos, apreciem as fotos antigas com a família unida, estimulem seus filhos a fazerem perguntas sobre elas. Tenho certeza de que seus filhos jamais esquecerão esses momentos de informação e partilha!
Segue Minhas idéias por completo sobre o assunto:
A Fotografia
A fotografia é um recurso de informação e de comunicação. Ela informa fatos, acontecimentos da vida, mas, ao mesmo tempo, ela é um instrumento de comunicação, já que através delas partilhamos histórias de vida.
Se no passado tirávamos fotos apenas em momentos marcantes, como em casamentos, aniversários etc., hoje, cada vez mais, o ato de fotografar é uma prática cotidiana. As crianças não somente apreciam estar em fotos como elas adoram tirar fotos. Ao fotografarem, a criança para a ser também uma autora ativa das narrativas de vida. E isso não acontecia no passado.
Uma foto permite lembranças florescerem; olhar fotos é como fazer uma viagem no tempo e ter a certeza de que se pertence a uma família: “Como é bom ter um pai!... Ah, eu era assim... nós fazíamos isso juntos...”. Uma fotografia revela as presenças mas também as ausências, mexendo com os sentimentos.
Nesse jogo-brinquedo de tirar fotos, o vínculo entre pais e filhos pode se fortalecer. Pais e filhos brincam juntos de criar, de representar momentos.
Do mesmo modo, olhar álbuns de fotos junto com a família pode ter um efeito lúdico-terapêutico. Lúdico por que nos remete a uma atividade prazerosa infantil e terapêutica por que propicia o diálogo. Os pais, ao estimularem seus filhos a pensarem e perguntarem sobre as fotos de família, estão também estimulando a imaginação das crianças. Sendo a imaginação uma necessidade básica humana, podemos dizer que o diálogo de pais e filhos sobre família atua diretamente sobre o fortalecimento da saúde de seus rebentos.
Por isso, aqui deixo uma sugestão: Tirem muitas fotos com seus filhos, apreciem as fotos antigas com a família unida, estimulem seus filhos a fazerem perguntas sobre elas. Tenho certeza de que seus filhos jamais esquecerão esses momentos de informação e partilha!
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